Ponto Cartesiano
12 Jan 2018 - 09h27m

Palácio não terá problemas com salários em 2018, afirmam técnicos. Mas precisa de meio bilhão de reais para quitar consignados e Igeprev

Se depender da avaliação dos técnicos do Planejamento e Fazenda, os servidores podem dormir o sono tranquilo quanto a pagamento de salários em 2018.

A projeção dos técnicos é de que o governo não terá maiores problemas durante o ano para pagar a folha líquida de salários (R$ 173 milhões/dezembro/2017).

Ou seja: ao contrários de outros Estados, o governo do Tocantins não precisará parcelar ou atrasar os salários do funcionalismo este ano como se estimava em função da execução orçamentária de 2017.

O gargalo do governo, entretanto, não lhe dá folga quando o assunto é a dívida com os consignados e contribuições do Igeprev.

Para equacionar o problema com o fundo de previdência dos servidores e quitar as prestações (recolhidas nos contracheques e não pagas ao banco) o Palácio Araguaia necessita de uma injeção de cerca de R$ 500 milhões.

Não é pouca coisa meio bilhão de reais numa economia com o desempenho registrado no Tocantins, dependente, em larga medida, justamente dos salários dos servidores.

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