Ponto Cartesiano
08 Ago 2018 - 01h30m

De hoje a domingo sigo minha romaria anual a Bonfim. No caminho sagrado é bem provável que tenha momentos profanos e me debruce a cometer artigos

São quatro dias e meio de caminhada de Palmas ao Santuário de Nosso Senhor do Bonfim. Um percurso sabático e reflexivo. Seja na escuridão da noite (não há lua cheia nesta época) ou no calor do dia.

 

De hoje a domingo, faço aquela pausa anual. O leitor que me acompanha nestes nove anos já o sabe. Sigo a minha romaria de Nosso Senhor do Bonfim que faço desde 2010. Saio na madrugada desta quarta e espero adentrar-me no Santuário na manhã de domingo.

São quatro dias e meio de caminhada de Palmas a Bonfim. Um percurso sabático e reflexivo. Seja na escuridão da noite (não há lua cheia nesta época) ou no calor do dia. Aliás, nestes sete anos de caminhada, fui presenteado com lua cheia apenas em 2017. Uma graça.

As razões os leitores também conhecem e não tenho ganho em alimentar compaixões porque a vida, vejo hoje, é bela e uma dádiva a ser vivida com alegria e resiliência. Caminho por Lis.

No caminho sagrado é bem provável que tenha momentos profanos e me debruce a cometer artigos sobre assuntos do dia. Não garanto a regularidade que busco dar a este blog, publicando todos os dias, sábados, domingos e feriados, pitacos sobre a vida.

Sigo com o velho companheiro de romarias de todos os anos: Manoel Tavares. Um quilombola de Ponte Alta, que tanto faz caminhar descalço quanto calçado, dá na mesma.

Não desanime-se do blogueiro. Tentarei postar algo nestes dias se a OI assim o permitir. Caso contrário, estaria aqui e no batente na próxima segunda-feira. Com o coração entupido de Nosso Senhor do Bonfim.

 

 

 

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