Ponto Cartesiano
13 Jun 2018 - 07h37m

Omissão com o próprio futuro. Meu artigo desta quarta no Jornal do Tocantins

Ninguém pode ignorar que algo que está parado, a menos que seja perturbado, ficará sempre parado. O contrário também é verdadeiro: algo que está em movimento permanecerá eternamente em movimento, a menos que alguma outra coisa o detenha.

Ambas as premissas seguem a mesma razão. É o princípio da inércia. Nada pode mudar a si mesmo. Na verdade, traduz a práxis que não pode ser, em absoluto, tratada como prática.

No Estado, a larga maioria dos políticos ignora a práxis. Aliás, intuo que desconheçam o que significa. Daí suas práticas desordenadas e, não raro, levianas, tanto do ponto de vista ideológico como quando se imaginam pragmáticos.

Atuam, no mais das vezes, sem um encadeamento histórico-científico que tem como pressuposição nuclear e imperativo categórico a sujeição da prática a regras morais e éticas. Ou seja: submetidos à práxis.

Preterem-na por uma narrativa meramente pessoal e financista ainda que patrocinada pelo coletivo que dizem representar. Não são nem rentistas, a maioria, mesmo que também não saibam, idem, o seu significado

Omissão com o próprio futuro - Jornal do Tocantins
Veja mais em: https://www.jornaldotocantins.com.br/editorias/opiniao/tend%C3%AAncias-ideias-1.456289/omiss%C3%A3o-com-o-pr%C3%B3prio-futuro-1.1550195

Deixe seu comentário:

© 2015 - luizarmando.com.br - Todos os direitos reservados.